Todo mundo tem uma história com vinho, né? Das mais engraçadas às mais bizarras. Se não tem, conhece alguma história. Eu também tenho e participei da Web Série "O vinho da gente", numa parceria da União Brasileira de Vitivinicultura - Uvibra com a GZH, contando minha história e da minha família.

O objetivo era mostrar que vinho não é só pra ocasiões especiais, mas pra qualquer momento.

Nesse episódio, foram contadas três histórias envolvendo vinho e o Potter da rede Atlântida, que apresentou a web série, reagiu à elas. E além da minha história, contei também uma curiosidade da minha família, que eu acredito que seja mais uma paixão, passada de geração em geração, mas que só fui descobrir esse ano!

Dá o play, porque ficou bem bacana e engraçado!

E vocês, têm alguma história envolvendo vinhos? Conta aqui!

youtube.com/watch?v=Ppv7wOU8Kz

Essa semana no Lab (@olaboratoriodenegocios) da MAIZZ Empresas, "quebramos os protocolos" por um breve momento devido à questões e pedidos das meninas.
Ambas com problemas em encontrar os próprios objetivos (pessoais e dos negócios delas), se encontrando no início da jornada do empreendedorismo, bem perdidas nesse sentido.

Vejam bem, estamos há pouco mais de um mês fazendo reuniões e conversando semanalmente sobre esses assuntos, falando de negócios, futuro e planejamento. Eu não sou muito de acreditar em um único caminho ou formas de fazer as coisas, até por esse motivo, eu trabalho de uma forma digamos que "personalizada" nos meus atendimentos. E foi exatamente isso o que aconteceu, naturalmente, nessas semanas no Lab.

Eu tenho o costume de me basear em obras de terceiros, pra conseguir juntar a teoria e a prática (ou, no caso de audiovisual que também me ajuda muito nesse processo de exemplificação de questões teóricas e práticas, falamos do sonho de consumo X realidade e até onde é ok a gente se basear nos exemplos trazidos em frente às câmeras, na vida real.) e nesse caso em específico, levantei a teoria de livros que me foram dados na faculdade, que falam sobre esse momento de indagação, do "afinal, qual é o meu objetivo e o do meu negócio? Pra onde eu vou? Como faço isso? O que quero alcançar?"

Que fique claro: dinheiro e riquezas aqui, não são encorajados - ao menos, não por mim. Não me entendam mal, é ótimo ter dinheiro. Mas não é nisso que eu acredito que deva ser a força motriz de um empreendedor, uma empresa ou um empresário.

Por isso, comentei com elas sobre as obras "Originais - Como os inconformistas mudam o mundo" e o "Comece Pelo Porquê".

Os dois foram meus companheiros durante longos semestres estudando sobre o assunto e hoje, mesmo depois de formada, se unem à outras obras maravilhosas como "Geração de Valor (1, 2 e 3)", "O Jeito Disney de Encantar os clientes" e 'Netflix: A Regra é Não ter Regras".

Tá sendo uma experiência muito boa e de grande crescimento para todas nós. Mais até do que eu esperava. E só me deixa mais feliz de ter começado com mais esse projeto!

E vocês, tem alguma obra que indiquem pra esse momento de questionamento de objetivos pessoais e profissionais? Algo que já ajudou vocês a terem um norte e como proceder?

Sábado eu tirei o dia pra (re)ver a série documental "Explained", no Netflix. Os assuntos abordados são diversos, tem embasamento científico, tem histórico social, tem fatos e curiosidades muito interessantes e tudo isso junto faz com que a série ser incrível e te prenda.

No terceiro episódio, trata sobre "Desculpas". Pedidos de desculpas. E adivinhem? Muitos dos cases estudados e apresentados ali no episódio, são com pessoas públicas/famosos.

*Inclusive, recomendo à todos da comunicação e marketimg assistirem esse episódio!

Eles falaram com um especialista em gestão de crise de imagem, que trabalha especificamente com pessoas públicas e de conhecimento popular. Não por acaso.

E eles explicam todo o envolvimento que acontece por trás do pedido de desculpas, todo o processo de organização do texto, do sentimento, do local de onde se fala (físico e sentimentalmente), de como se apresentar para tal, tudo o que envolve o pedido de desculpas e obviamente o outro lado da moeda também: expectadores.

Para quem nos desculpamos, quem foi atingido, quem assiste às desculpas, os sentimentos, confiança, crença ou não no texto trabalhado e tudo mais.

A gente vive agora na cultura do cancelamento. Já não é mais tão simples acreditar ou confiar na sinceridade de alguns pedidos de desculpas. Notas de repúdio, notas de esclarecimento, textos de arrependimento, isso ou aquilo. Quanto mais a gente pede desculpas, menos o publico acredita no sentimento que a gente tenta mostrar, mesmo que ele seja real.

Quanto mais se bate na tecla de "todos somos humanos, todos erramos", menos o público acredita que estejamos dispostos a melhorar. Porque vira realmente uma desculpa esfarrapada pra um erro cometido e uma tentativa de vitimização pra quem cometeu tal erro.

O sentimento de culpa e erro do que foi feito pela repressão popular é forte mas ele não acontece do dia pra noite.

Mas o cancelamento na era da internet, sim. E aí a gente pede desculpas em menos de 24h pra não sofrer uma crise maior de imagem mas só vai conseguir entender o erro de verdade ou evoluir de fato, meses depois. Então o pedido de desculpas dado pra cultura do cancelamento não vale de nada? Como confiar?

Complexo, não?!

Vocês já viram essa série ou esse episódio? O que acham dessa discussão?

Essa semana fui surpreendida com essa novidade: a divulgação do podcast que participei como convidada!

Falamos sobre comunicação, relações públicas, empreendedorismo e machismos no meio corporativo! Foi muito bacana e leve!
Escaneia o QR code pra ouvir! 💙😍

Tu sente que já não cabe mais ou não combina, que não faz mais sentido, em algum espaços?

Eu já fui muito de me importar com coisas e pessoas. Hoje eu já não sou mais assim. Na primeira vez que eu sinto que algo, alguém ou algum ambiente não me cabe mais, eu me saio. Eu me tiro de cena. Se as pessoas não estiverem tão preocupadas apenas com o próprio mundo, elas percebem e me questionam. Eu me percebo há um tempo em constante transformação.

As coisas acontecem e a minha cabeça muda, minha forma de pensar, de encarar, ver as coisas muda. Chamo isso de evolução. Eu perco o interesse em coisas que antes super ocupavam o meu tempo, mas hoje já não fazem mais sentido. Porém, eu tenho visto cada vez mais sentido em me sentir mais e entender o que eu sinto nesse processo todo, de simplesmente deixar ir, de não ficar, não me martirizar indo atrás de coisas que me cansam, sabe? Tanto no profissional quanto no pessoal.

Eu vou, me coloco à disposição, me entrego e me doo até deixar de me fazer sentido. Geralmente, por chocar com meus valores.
Tem vezes que me encaixo em um espaço por conta de pessoas, que deixam de fazer sentido do geral, mas depois eu continuo porque tem outra causa/motivo que me faz mais sentido e faz mais parte de mim e dos meus valores. Eu ressignifico o lugar, pertencimento e sentimento sobre aquilo.

É o que faz sentido no momento, sabe? O cenário muda, os motivos também e eu vou onde me conecto. Onde dá match. Eu não tenho atualmente energia pra ficar gastando atoa e nem sinto a vontade. Tem lugares para os quais eu simplesmente não sirvo mais e eles também não servem mais pra mim.

Já sentiu isso?

Hoje fizemos um pedido de 288 absorventes e 500 sachês de shampoo e condicionadores para serem distribuídos dia 31 nos kits de higiene junto com papeis higiênicos e sabonetes, além das marmitas, kits de roupas e máscaras com alcool gel para as pessoas em situação de rua de Porto Alegre, aqui no rs.

Quem quiser contribuir com essa compra e com mais produtos de higiene, faça um pix para a chave: higienenarua@gmail.com

Contato é: Priscila Trelles

Quando se tem propósito, o resto se encaminha naturalmente.

via: @oladobomdascoisas.oficial | @quebrandootabu na rede social vizinha

Hoje mais uma reunião com uma voluntária do @olabdenegocios e um assunto que apareceu na pauta novamente (e não de forma surpreendente) foi sobre sororidade.

A conta não fecha sabe, gente?

A quantidade de mulheres pedindo sororidade e pedindo ajuda de outras mulheres para começar o próprio negócio, com a quantidade de mulheres oferecendo serviço pra mulheres (ou tentando, ao menos) mas tendo que se submeter a qualquer coisa que apareça porque as próprias mulheres que dizem querer ajuda, preferem pagar o serviço feito por um homem por qualquer motivo que seja. Ou não confiar no serviço de outra mulher, ou por julgar caro demais, entre outros.

Tem alguma coisa muito errada aí, porque de um lado, temos mulheres querendo empreender, começar o próprio negócio ou alavancar seus negócios e com zero noção de como fazer (e não por acaso, sendo iludidas pelos gurus e tentando no digital sem sucesso porque não querem pagar por um profissional), ao mesmo tempo solicitando ajuda de outras mulheres nas redes sociais e contratando homens (e dependendo do serviço prestado, ainda reclamando que clientes mulheres não contratam seus serviços e pedindo por sororidade).

Mulheres não consomem de mulheres mas pedem pra que outras mulheres consumam delas.

Hipocrisia que chama, né?

Já passou por alguma situação dessas, ou conhece alguma bonita assim?

Vocês certamente já ouviram falar da tal consistência na conta de instagram, mas será que sabem o que isso realmente significa?

Vi uns negócios aqui perto de casa começando a me seguir lá na outra rede social e ficou claro que não tinham muita ideia do que estavam fazendo com relação ao conteúdo. Mas o que fazem de errado?

- São sempre os mesmos stories/vídeos (por mais de dois dias seguidos);
- Os stories carregam as mesmas informações que contém na bio (e estão lá todos os dias, ou seja, desnecessário);
- Stories que contém texto, possuem erros de português;

Eles não mostram os eventos internos e fechados que dizem fazer (o que me leva a questionar: será que fazem, mesmo?). Essa ferramenta serve pra mostrar a atividade diária do teu negócio e bastidores, correto? Não tem necessidade de fazer 100 stories por dia, mas ter uma recorrência bacana faz sim, diferença, se tu tens algo pra mostrar. Se tu tens atividades no teu espaço/negócio, porque não utilizar desse espaço ao invés de optar por mostrar sempre os mesmos conteúdos?

Ver esse perfil me fez lembrar do post que vi essa semana lá na rede profissional, falando sobre o mito da consistência lá na rede vizinha. Vou deixar o link nos comentários, porque acredito que esse questionamento seja super valido!

> Mais uma vez, confiar a comunicação e conteúdo nas mãos de pessoas que não são profissionais, podem ser um tiro no pé pro teu negócio :)

Já pensaram sobre isso?

Oi, gente! Aqui é a Pri e só vim aqui dizer que hoje é dia de de ! 🤣

Sim, tu não leu errado! Hoje é dia de lembrar que semana passada nós voltamos com os tours e foi dia de lembrar tudo o que já passamos no @poapubcrawl!

Com todas as regras que já tínhamos, ainda implementamos as regrinhas relacionadas à saúde em função da pandemia, e respeitando ainda as restrições impostas pelos bares, também.

Inevitável aqui, lembrar que tudo nosso retorno depois de mais de um ano de atividades presenciais suspensas, só foi possível graças à base sólida de networking, relacionamento consistente e transparente e parceria real que fizemos com os nossos parceiros. E isso acontece em todas as nossas atividades da empresa, desde o início, em 2018!

Foi uma noite linda e divertida, com gostinho bom de renascimento e muita gratidão. Clientes satisfeitos, parceiros felizes, tudo fluindo conforme o planejado!

As comemorações dos nossos 3 anos de empresa continuarão por tempo indeterminado! 🤣 Só temos que agradecer por quem confia na gente pra nos divertirmos todos juntos!

Vida linda & longa!

Beijos,
@pritrelles 😘🖤

Contei um caso lá no blog (não tinha espaço o suficiente por aqui, infelizmente 😅) de algo que estou vivendo por esses dias.

Atendimento de 2 médicos, sobre um procedimento que minha mãe precisa fazer.
Opiniões commpletamente contrárias. Um quer fazer pra ontem e outro quer esperar meses e fazer um outro procedimento prévio. Um é especialista e o outro não.

Falo sobre atendimento, experiência e profissionalização.

Todo dia, todo santo dia acontece algo que evidencia claramente essas posições e com distinção. Todo dia alguém me lembra da importância de se falar APENAS sobre o que de fato, sabemos e temos autoridade no assunto.

Dessa vez, aconteceu de a cliente ser a minha mãe e envolver saúde.

Me conta, já passou por alguma situação parecida?

maizz.com.br/post/tem-diferenç

Se for só pela grana e engajamento das redes mesmo, ninguém dura 1 ano empreendendo. É isso o que vocês precisam entender: empreender não é brincar de casinha e tirar foto pra postar. É muito mais suor e incertezas que CLT!

Esse time do 'empreender no digital pra ter renda extra' me inspirou a fazer um texto super sincero lá no meu site. E isso não é mera propaganda pro meu texto. É alerta, mesmo!

É sobre abraçar nossas falhas e aprender a lidar com elas. O que nem sempre é uma tarefa fácil!

Empreendendo desde 2018, eu tenho baixado minhas expectativas com relação aos resultados de performance. Sejam meus, ou externos, eu já entendi na minha cabeça, que sempre existe alguma possibilidade de falha (nos mais diversos aspectos, como atrasos, desentendimentos, baixo engajamento, valorização e tudo mais) e tá tudo bem.

Eu me proponho sempre a tentar resolver o problema a partir do momento em que ele aparece. Isso na percepção de empreendedora, ok? Que entra em ~constante~ conflito com a minha percepção de planejadora e RP que quer tentar prever todo o caos e desastre que podem acontecer em uma simples vídeo-chamada.

São dois pontos cruciais e uma linha tênue que nem eu entendo como elas conseguem coexistir. Por vezes existem rompimentos, ou um quase rompimento e aí eu que lute pra tentar dar o nó e reverter a situação. Normal, né?

Vocês têm se permitido arriscar e falhar? Me conta aqui!

maizz.com.br/post/quando-foi-a

Segundou com uma baita novidade por aqui, galera!
O LAB tá on!
De 15 a 22 de setembro teremos as inscrições abertas para participar do processo seletivo do LAB de Negócios!

O processo seletivo conta ainda com uma entrevista via vídeo-chamada entre os dias 24 e 27 de setembro. Dia 28 já sai a lista de quem irá participar desse primeiro ciclo de um ano e dia 4 de outubro começamos com tudo!

Serão apenas 3 mulheres selecionadas para esse primeiro ciclo!

Eu já tô super ansiosa pra ver esse projeto florescer!

*Mais informações e as regras para participar do projeto estão em maizz.com.br/lab

EXTRA! EXTRA!
Crimes na noite de ontem (sábado 11/9, às 20h45) ainda causam alvoroço nas redes sociais! Há alguns indícios da forma violenta em que ocorreram, mas infelizmente nada é certo ou foi comprovado pelas autoridades!

Reconhecidos como Marketing Digital, Comunicação e Língua Portuguesa, a suspeita do crime é de uma mulher, na rede social ao lado, enquanto tentava chamar atenção para seus serviços. Ainda não se sabem os motivos envolvidos.

Humor à parte... Gente, o que tá rolando?!

Encontrei essa publicação num grupo de rede social vizinha, em que a pessoa que publicou oferecia serviços pra trabalhar com marketing digital.

O que mais me espantou, além dos erros de português e gramaticais do post dela, foi que a maioria das pessoas APENAS percebeu UM erro (mim), enquanto eu encontrei 12!

Sério, como pode isso? Quem confia nesses serviços? Quem, que não esteja desesperada como a moça (por trabalho, por vender, por ganhar dinheiro e resolve 'empreender no digital' como se isso fosse algum tipo de renda extra) vai cair nessa? Dá tão certo que estão em TODOS OS LUGARES, sem muitas vezes se fazerem entender pela escrita em que oferecem o produto, que se faz necessário esse esforço pra vender?

Tenha a quantidade de seguidores, comentários, curtidas e o que for, que vocês imaginem que interesse e chama atenção em quesito de engajamento de social media pra trabalhar no digital, mas o PRIMORDIAL pra se fazer uma boa comunicação, é saber falar e escrever direito a língua.

É o primeiro passo pra desconfiar de quem diz faturar horrores com esses novos 'empreendimentos digitais' dessa era pandêmica e não cair em tantos golpes.

Uns tempos atrás, quando rolou a trend lá na rede das dancinhas, falando sobre a quarentena começar com 15 dias e acabar virando uma vida, vimos uma galera bem padrão comemorando suas conquistas e tudo mais.

No meio disso, a maravilhosa Ana Arnt, bióloga, professora da Unicamp, divulgadora científica atuando na frente contra fake news, publicou um vídeo com a trend, porém, falando sobre vacinas, genocídio e tudo o mais que já tomamos conhecimento relacionado à pandemia e que já não é mais novidade pra ninguém.

Aquele vídeo me prendeu de uma forma incrível e eu fui falar com ela sobre e acabamos debatendo sobre o assunto, como sempre. Sempre acompanho os posts deles e sei que é fonte confiável de informação e acho genial a forma como eles estão se adaptando às tecnologias e construindo uma base de comunicação sólida pra chegar em quem precisa. E 'é sobre isso'!

No meio do debate, chegamos à conclusão que precisávamos dividir com o mundo toda esse conhecimento que vira palhaçada pra muita gente.

Por isso, decidimos fazer uma live, em um final de feriado, amanhã, às 18h30, para falarmos sobre:
- Comunicação;
- Divulgação científica;
- Canais de divulgação e distribuição de informação;
- Estratégias de conteúdo;

E tudo isso com a boa dose de deboche que temos em nosso DNA (porque aqui é uma mais palhaça que a outra!), acompanhadas de bons drinks, porque se não for pra ser assim, a gente nem conversa. A live vai ser apenas o puro suco do que a gente conversa em mensagens privadas, porém, com pessoas assistindo! ahahhaha

Então, convido vocês para irem lá na rede vizinha, acompanhar pelo @pritrelles, conversar, tirar dúvidas, debochar e beber com a gente, óbvio!

Vou deixar nos comentários link pras duas lives que fizemos ano passado falando de pandemia e o vídeo que ela fez com a gata dela falando sobre pandemia, também.

obs: quem tiver dúvidas, pode deixar aqui nos comentários também, que vamos responder todas amanhã!

Publiquei um artigo hoje lá na rede profissional, falando sobre experiências fora do mundo corporativo e como elas viraram a força motriz das vendas nas empresas, dialogando com uma experiência que vivi nos estúdios do Harry Potter da Warner em Londres em 2015.
Pra quem não tá ligando os pontos e não é 'potterhead', cringe ou do 'team geek', hoje, 1º de setembro, é quando o elenco volta pra Hogwarts, a escola de magia na ficção da saga.
Fica aqui o link pra quem quiser dar uma lida. Prometo que ficou bem bacana e gostosinho de ler!

linkedin.com/posts/pritrelles_

E a novela do 'invista na sua própria plataforma online' continua, minha gente!

Tio Mark segue ferrando a vida da galerê desesperada por engajamento na rede vizinha, só de briga e cara feia com a rede das dancinhas!

A notícia que rola agora lá na rede vizinha, é que teria diminuído o alcance de conteúdos compartilhados de outra plataforma!

É basicamente o in$ta dizendo: "tu trabalha é >pra mim<, não pros fulaninho de tal lá! Quero conteúdo só pra mim, tá okay?"

O que vocês acham disso? Pra mim, segue a premissa de ter a própria plataforma e usar as outras apenas pra dissolver o conteúdo e aumentar a entrega.

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